Vultos fortuitos
Erigidos na plataforma
De fatos perpétuos
Excitam extintos
Desejos profanos
Na pele eriçada
De vincos da vida.
Corro rua adentro e
Vejo o nada grotesco
Na escuridão constante
Que convida à convulsão
De sentimentos abruptos
Tesos e latejantes
Na noite montesclarence
Póspsiupoeticamente
Loucamente iminente
No corpo psicodélico
Do homem descontente
Que busca a sina da vida
Milimetricamente sentida
Em tensos atos macabros e
Rentes encontros nos muros
Dos becos da rua estreita
Que espreita o mais doce corpo
In.dis.cre.ta.men.te
Autor: Lauro Sérgio Machado Pereira
Muito bom companheiro.
ResponderExcluirParabéns.
Abraço
Obrigado Auíri. Esse poema saiu assim meio por conta própria. Eu tava malzão e precisava desabafar... Valeu!
ResponderExcluir